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7 de Agosto de 2025

“Não é um assalto” vence 2º Festival de Música Autoral da Contraf-CUT

A segunda edição do Festival Nacional de Música Autoral da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) chegou ao fim com a consagração de cinco canções que emocionaram o público e mobilizaram bancárias e bancários de todo o país.

Com mais de 5 mil votos registrados na etapa popular, o festival celebrou a diversidade musical, a expressão artística e o engajamento da categoria com uma grande final transmitida ao vivo pelo canal da TV Contraf no YouTube, na noite desta terça-feira (6).

Premiação da primeira fase

Além da etapa final com participação do público, o festival também premiou as melhores canções da primeira fase, voltada às federações. Quatro entidades atingiram o número mínimo de inscrições e tiveram músicas reconhecidas que receberam uma premiação no valor de R$ 500 cada. Clique para ouvir:

O Fim do Mundo– Iuri Fernandes Spinassi (FETRAFI Paraná)
CallMaria – Belizio Feitosa Beserra (FETEC São Paulo)
Filhos da Terra– Vanessa Pinheiro (FETEC Centro Norte)
O Querubim – Paulo Araújo e Raquel Gomes (FETRAFI Pernambuco)

Comissão julgadora e diversidade de estilos

A comissão julgadora, formada pelos artistas Giselle Tigre, Roque Estrela e Lupita Romero — com reconhecida atuação nas áreas de música, teatro e performance — foi responsável por selecionar, entre 44 músicas inscritas, as 15 finalistas que seguiram para a votação pública.

Vale destacar que as músicas finalistas contemplaram uma ampla variedade de gêneros, como samba, rock, MPB e rap, refletindo a pluralidade cultural da categoria trabalhadora do ramo financeiro.

Cultura como ferramenta de transformação

A produção do festival contou com o trabalho conjunto de uma equipe dedicada, formada por Rogério Boechat (produtor), José Luís Vasquinho Paredes (assessor da Contraf-CUT), Gabriela Sales e Lilian Milena (jornalistas), Guilherme Rikowa (publicitário) e Thiago Almeida (estagiário de publicidade da Contraf-CUT).

“A arte transforma, conecta e emociona. Esse festival mostrou o quanto os trabalhadores têm talento e sensibilidade. Foi um privilégio fazer parte da produção e ver de perto a potência dessas composições”, destaca Rogério Boechat, produtor do evento.

A Contraf-CUT agradece a todas e todos que se inscreveram, aos que votaram, às federações, à comissão julgadora e à equipe de produção, que fizeram do festival um momento único de celebração da música, da cultura e da organização da classe trabalhadora.

Vale ressaltar que esta edição do evento contou com o patrocínio da Federação Nacional das Associações do Pessoal da Caixa Econômica Federal (FENAE), fortalecendo ainda mais o compromisso do movimento sindical com a promoção da arte e da cultura.

Próxima edição: mais oportunidades e novidades

“Já estamos pensando na próxima edição, que deve acontecer em 2026 com novidades importantes. A ideia é abrir espaço também para interpretações e covers, valorizando não só a composição autoral, mas também a capacidade de reinvenção e expressão artística dos trabalhadores e trabalhadoras. Queremos ampliar ainda mais a participação”, antecipa Damarindo.

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